A Paraíba corre risco de sofrer intervenção federal, caso o governador Ricardo Coutinho
continue a descumprir duas decisões tomadas em 11 de dezembro pelo STF –
uma do plenário e outra de Luis Roberto Barroso – que determinaram a
exoneração imediata de 48 servidores comissionados que atuam como assessores jurídicos do governo, função exclusiva dos procuradores de estado.
Coutinho pode responder ainda por improbidade administrativa e crime
de responsabilidade se insistir em manter os servidores. Barroso e
Cármen Lúcia, que já foram procuradores estaduais, têm acompanhado o
tema de perto.
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