quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cai ou não cai? A pergunta do momento é: quando Temer cairá? Para os mais céticos, a cadeira de presidente da República ficará com vaga com o julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que terá início daqui a 12 dias. Dão a cassação como certa, pois entendem que a Corte Eleitoral não encontrará outra alternativa diante da pressão popular que subiu de temperatura com a delação da JBS. Os mais centrados em Brasília, aqueles que observam a movimentação mais próximos da realidade, apostam que Temer renunciará antes de os ministros do TSE ocupar o Pleno para o início do seu martírio. Eles se baseiam no perfil do presidente, que não permite ir à forca para se transformar em suposto mártir. Longe disso. A outra via, o impeachment, é peça descartada. Não há ambiente no Congresso Nacional que sustente essa possibilidade. Inclusive, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), tem afirmado de público que o tema esteja em discussão na Casa e, nos bastidores, confidenciado a aliados que não será pela sua caneta que Temer cairá. Maia, reconheça-se, tem sido aliado fiel do inquilino do Palácio Jaburu. Mas, por que Temer não renuncia logo? De repente, quem sabe, quando esta coluna estiver sendo lida, ele já não será um ex-presidente? O fato é que Temer pode renunciar a qualquer momento. Ele apenas negocia a melhor saída, por ter a convicção, como todos têm, que o seu governo se acabou, muito embora o direito de tentar até o último momento lhe seja legítimo. No entanto, na velocidade com que novas revelações aparecem, do escândalo JBS e/ou de outros casos de corrupção, a situação vai ficando ainda mais insustentável. A crise no Planalto, neste momento, vai muito além da delação do garoto da Friboi, à medida que o governo perder legitimidade. Com ele, o país não anda. Sem ele, pode voltar a respirar. Natural que se compreenda que a busca por saída da crise – aí, entende-se renúncia de Temer – não se dará no estalar de dedos, pela complexidade do processo, e se torna ainda mais difícil quando existe a contenda absurda no campo da política partidária. Pois bem… A queda é certa. Os refletores devem se voltar para a engenharia política de onde se extrairá o sucessor para concluir o mandato. FHC? Henrique Meirelles? Tasso Jereissati? Rodrigo Maia? São nomes que flutuam nos bastidores e não seria mera prática de futurologia apontar para um desses. Porém, o que deve ser levado em conta neste momento de crise profunda é o compromisso com o país. Aí, o grande problema. Nenhum deles se mostra sensível à causa republicana, aos interesses coletivos, mas, sim, a projeto de poder. Será que a queda de Temer mudará o país?

Temer costura sua saída

Um de seus aliados explicou a O Globo:
“O presidente não tem apego ao cargo, ele se preocupa com o nome dele. O que ele não quer é sair por debaixo do tapete. Por isso, a melhor saída é o TSE. Se o tribunal decidir pela cassação, é uma saída honrosa”.
Outro aliado completou:
“A gente sente que é só uma questão de tempo para ele sair. A sensação é que ele sabe que não fica, mas que ainda não sabe como construir uma saída”.
No governo, os candidatos preferidos para o mandato-tampão são Henrique Meirelles e Rodrigo Maia.
Um interlocutor de Michel Temer descartou FHC e Nelson Jobim, dizendo:
“Eles estão fora da política há anos, não têm chance. FH deve conhecer 30% dos deputados hoje com mandato. A política mudou e eles ficaram para trás”.

Desembarque!


– Via Nani.

Grupo de senadores quer Lula e FHC na articulação de novo governo sem Temer 

Em reunião encerrada na madrugada desta quarta-feira, um grupo de cerca de 20 senadores debateu a crise. Houve consenso quando à inevitabilidade da interrupção do mandato de Michel Temer. Generalizou-se a percepção de que a saída passa pela impugnação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, em julgamento marcado para 6 de junho. A maioria concluiu que convém envolver na articulação para a escolha de um hipotético substituto de Temer os ex-presidentes Lula, Fernando Henrique Cardoso e José Sarney.
O encontro ocorreu na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). Foi a segunda reunião do grupo. A primeira acontecera na véspera. Compareceram senadores de vários partidos. Entre eles Renan Calherios (AL), Eduardo Braga (AM) e José Maranhão (PB), do PMDB; Lindbergh Farias (RJ) e Paulo Paim (RS), do PT; Lasier Martins (RS), do PSD; e Armando Monteiro, (PE), do PTB.
Planeja-se elaborar uma pauta minima de temas em torno dos quais o grupo consiga convergir e atrair mais parlamentares. Parte dos presentes defende a convocação de eleições presidenciais diretas. Mas não ignora que a hipótese mais provável é de que a escolha de um eventual substituto para Temer será feita pelo Congresso, em eleição indireta.
Emergiu do debate um perfil do candidato que o grupo considera mais adequado para o caso de prevalecer a escolha indireta. Eis algumas das características: 1) Não pode ter a ambição de se reeleger em 2018; 2) Deve ter em mente que não será mais possível aprovar reformas como a da Previdência; 3) Não pode ser membro do Judiciário; 4) É preferível que não seja também do Legislativo; 5) Não pode tratar a classe política a vassouradas; 6) O ideal é que seja referendado por Lula, FHC e Sarney.
Um dos participantes da conversa disse ao blog que, no momento, o nome que mais se encaixa nesse modelo é o de Nelson Jobim —ex-ministro de FHC e de Lula, ex-presidente do Supremo e ex-deputado federal. Tem um inconveniente: precisaria se desligar do Banco BTG Pactual, do qual tornou-se sócio.

Rodrigo Maia age como pretendente ao trono 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tornou-se a principal evidência do derretimento de Michel Temer. Sob holofotes, age como se apostasse na estabilização do governo. Nos subterrâneos, já não consegue disfarçar sua condição de pretendente ao trono.
Nas reuniões do Alvorada, Maia discursa como se Temer estivesse cheio de vida. Na intimidade da residência oficial da presidência da Câmara, move-se como um Roger Moore nos sapatos de James Bond, pronto para lançar mão de sua licença de 007 para matar.
A sorte sorriu para Rodrigo Maia no dia em que o plantou sobre a linha de sucessão da Presidência da República. O deputado abusa da sorte ao imaginar que pode assumir o Planalto para cumprir a atribuição constitucional de convocar eleições indiretas para dali a 30 dias e, simultaneamente, conspirar a favor de sua permanência na cadeira até 2018.
Genro do ministro palaciano Moreira Franco, o Angorá das planilhas da Odebrecht, Rodrigo Maia, o “Botafogo” da lista da empreiteira, acredita no amanhã como se nada pudesse ser descoberto sobre ele à noite. Gente como Renan Calheiros, PhD em crepúsculo, revela-se surpreso com tamanha desenvoltura. Conta, em privado, que Maia já dispõe até de uma alternativa de vice: Aldo Rebelo, do PCdoB.

terça-feira, 23 de maio de 2017

## ## ## - FALA-SE DAS IRREGULARIDADES COMETIDAS PELOS EXECUTIVOS MAIS NÃO SE VÊ AÇÃO DO LEGISLATIVO? SE CONTINUAR ASSIM A CASA LEGISLATIVA PERDE COMPLETAMENTE A IMPORTÂNCIA PARA O POVO E VIRA UMA SANGUE SUGA SÓ CONSOME OS BENS DO POVO, ## ## ##

O combustível de Batata

Prefeitura Municipal de Caicó, através de Pregão Presencial firmou contrato da ordem de R$ 3.063.658,00, com a empresa ALYSSON SMITH DA NÓBREGA MAIA LTDA, para o fornecimento de combustível ao executivo caicoense, com vigência de maio a dezembro de 2017.
– O prefeito Robson Batata, não explicou qual foi a firma que forneceu combustível ou não para a prefeitura no período de 01/01 a 15/05/2017.
– Foram adquiridos os seguintes combustíveis:
– 195.200 litros de gasolina comum a R$ 3,69  =  R$  720.288,00
– 486.500 litros de óleo diesel comum a R$ 3,03  =  R$ 1.474.095,00
– 272.500 litros de óleo diesel S10 a R$ 3,19  =  R$ 869.275,00

Bem passado!


Aliados cozinham Temer à procura do ‘Plano B’

O derretimento político de Michel Temer deflagrou em Brasília um enredo novo. Os aliados do Planalto passaram a tratar Temer como chefe de um governo que chegou ao fim com o presidente ainda no cargo. Nesta terça-feira os caciques governistas se esforçarão para reativar as votações no Congresso. Mas fazem questão de dissociar a iniciativa da estratégia concebida por Temer para passar a impressão de que ainda preside.
“Não devemos deixar o país degringolar em função de uma crise de governo”, disse Tasso Jereissati, presidente do PSDB. Estamos avaliando a situação do governo separadamente.” Agripino Maia, presidente do DEM, ecoou: “Os três poderes precisam funcionar. O Judiciário faz o seu papel. O Executivo precisa fazer o dele. A nós cabe colocar o Legislativo em funcionamento. Faremos isso em nome do interesse do país, que não pode ser paralisado pela crise.”
No momento, os governistas parecem menos preocupados com Temer e mais ansiosos por encontrar uma saída que os redima do fiasco de ter subido numa ponte com aparência de pinguela sem ter um plano de contingência. O Plano A era trocar Dilma Rousseff por Temer e aprovar no Congresso reformas que reacendessem as fornalhas da economia. Reativado o PIB, os apologistas do governo seriam os primeiros a se beneficiar eleitoralmente da volta do crescimento.
A delação da Odebrecht indicou que era ilusória a ideia de que Temer seria um presidente em condições de dirigir os rumos do país nesta ou naquela direção. Ficou claro que lhe faltava uma noção qualquer de ética. A delação da JBS teve para Temer o peso de uma lápide. Grampeado pelo delator Joesley Batista, o pseudo-presidente tornou-se personagem de uma história fantástica, passada num país à beira do imaginário. Uma história bem brasileira.
Aliados em geral —PSDB e DEM em particular— puseram-se a matutar: “O Plano Bera, era, era…'' Perceberam que não havia um Plano B. Abraçado ao PMDB sem projetar uma saída de incêndio. Agora, improvisam um Plano B em cima do joelho. Consiste na repetição do Plano A, só que com outro cúmplice no papel de presidente. Falta-lhes consenso quanto ao nome ator substituto a ser escalado para salvar as aparências até a eleição de 2018. Por isso, cozinham Temer por mais algum tempo.
Ficou fácil identificar os apoiadores de Temer no Congresso. Eles estão nas rodinhas em que as conversas terminam sempre em especulação sobre os nomes dos hipotéticos substitutos de Temer.
As menções a Henrique Meirelles chegam acompanhadas do aviso de que o ministro da Fazenda já trabalhou para a J&F, holding que controla a JBS do delator Joesley Batista. Nelson Jobim? Virou banqueiro, sócio do BTG Pactual. Rodrigo Maia? É o ‘Botafogo’ das planilhas da Odebrecht. FHC? Não tem mais idade. Tasso Jereissati? Irrrc… Cármen Lúcia? Vade retro!
A esse ponto chegou o país. Temer, como um disco arranhado, repete incessantemente: “Não vou renunciar.” Na sua penúltima manifestação, veiculada nesta segunda-feira pela Folha, o suposto presidente acrescentou: “Se quiserem, me derrubem.” Seus aliados avaliam que talvez não seja necessário empurrar.
Os pajés da aldeia governista enxergam Temer como uma espécie de cocheiro de diligência que deixou as rédeas dos cavalos escaparem de suas mãos. Pode espatifar-se a qualquer momento. No dia 6 de junho, por exemplo, quando o Tribunal Superior Eleitoral retoma o julgamento sobre a cassação da chapa Dilma Rousseff—Michel Temer. Isso, evidentemente, se até lá não for encontrada no interior da diligência desgovernada a mala com R$ 500 mil que a JBS entregou a Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor que Temer credenciou como interlocutor junto a Joesley Batista, o ''falastrão''.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Partidos da base deverão pedir saída de Temer nesta semana A situação do presidente Michel Temer (PMDB) vai se tornando cada vez mais insustentável. Nesta semana, PSDB, DEM e PP, principais partidos de sustentação do governo no Congresso, deverão abandonar o barco do peemedebistas.

Garibaldi voltou atrás Após declarar solidariedade ao presidente Michel Temer (PMDB) pelo Twitter e afirmar que o peemedebista é vítima de uma delação caluniosa, o senador potiguar Garibaldi Filho (PMDB) se arrependeu e apagou a declaração

Fora da casinha!


Como Lula e Dilma, o Temer também ‘não sabia’

A exemplo dos antecessores Lula e Dilma, Temer aderiu à frase-lema do Brasil da corrupção: “Eu não sabia”. Inquirido em entrevista sobre o inusitado de receber o multi-investigado Joesley Batista no Jaburu, o inquilino do palácio declarou: “Eu nem sabia que ele estava sendo investigado.” Ai, ai, ai.
Esse tipo de desculpa será lembrado quando, no futuro, quiserem recordar a época em que o Brasil era regido pelo cinismo. Ao se apropriar do bordão da era petista assim, tão desavergonhadamente, Temer se autoinseriu num seleto grupo de governantes. São presidentes capazes de tudo, que pedem ao país que os considere incapazes de todo.
A conversa de Temer com os repórteres da Folha se parece muito com um desastre. Nela, o presidente da República se define como um tolo —“Fui ingênuo ao receber uma pessoa naquele momento”— e trata os brasileiros como imbecis ao afagar o preposto Rocha Loures, pilhado recebendo mala com propina de R$ 500 mil —“Coitado, ele é de boa índole, de muito boa índole.''
Submetido a escândalos em série, o brasileiro precisa confiar na cara dos seus governantes. A percepção de que o semblante da principal autoridade da República tornou-se uma máscara que não consegue dar à mesma porcaria de sempre nem mesmo uma fachada um pouco mais atraente empurra o país para o ceticismo terminal.
Robson Pires na categoria

Tem prefeito raspando recursos de onde não deve

Tem prefeito do Seridó raspando recursos de onde não pode, já que o dinheiro era para ser empregado em benfeitoria da cidade.
O Ministério Público está de olho na denúncia e nos próximos dias a máscara do gestor vai cair.
Eitxa!

STF só analisará recurso de Temer após perícia

Incialmente marcada para quarta-feira, a análise do Supremo Tribunal Federal sobre o pedido de Michel Temer para suspender o inquérito aberto contra ele pode ser adiada. Em despacho divulgado nesta segunda, a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, condicionou a decisão ao encerramento da perícia da Polícia Federal na gravação do diálogo entre o delator Joesley e Temer. Os dois se encontraram em 7 de março, no Palácio do Jaburu.
Cármen Lúcia acatou pedido do colega Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo. Ele pediu que a perícia da PF seja anexada ao processo. Como o recurso de Temer está escorado em notícia que põe em dúvida a integridade do áudio, não faria sentido apreciar a encrenca antes das conclusões dos peritos.

domingo, 21 de maio de 2017

Rio Piranhas com bastante água

A pergunta que não quer calar no momento é:
Porque a adutora Manoel Torres parou de funcionar?
A informação que chega ao blogue é que o rio está com muita água. O registro foi feito na manhã deste domingo pelo amigo Marcos Costa.

## ## ## - COMO DISSE O CIENTISTA POLÍTICO E GOVERNADOR PARAIBANO, O DIGNÍSSIMO JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA, LEIS E MAIS LEIS SÓ PARA LUXO DOS ARQUIVOS. - ## ## ##

# # # - De novo surge a pergunta que não quer calar, cadê o dinheiro que estava aqui, alguns prefeitos de municípios do interior continuam a crer na impunidade, e aposta todas as fichas, cá com meus botões acredito que os municípios também fazem parte da nação e como tal deve ser fiscalizados pelos órgãos competentes a nível de estado através do tribunal de contas, do ministério público e em última instância a câmara de vereadores que em nome da governabilidade fazem aconchego com prefeitos que chegam a votar contra o próprio salário, crendo ser mais salutar servir ao gesto que ter seu salário com justiça, a legalidade da corrupção nas câmaras de vereadores vivem sem a menor fiscalização por parte destes órgãos, acima citados, e quando agem fazem uma fiscalização surpresa até entrarem no transporte chegando fiscalizam e encaminham para quem de direito como C G U que quando dá o parecer que não é levado muito em conta quando vem alguma punição o prefeito tem terminado o mandato ou já está reeleito, parece brincadeira mais é assim mesmo. Exemplo aqui em nossa província nunca vir um prefeito ser punido em tempo hábil a maioria dos processos prescrevem e eles ficam impunes, Quem é punido são os cidadãos de bem que pagam seus impostos que sustentam está vergonha que está acontecendo no Brasil auto, nós aqui embaixo não devemos ter se quer esperança seremos sem dúvida decepcionados como sempre, basta vê o prefeito de fato da nossa cidade tem processos que não acaba mais, inelegível elege quem quer e fica no comando, retire esta punição não tem sentido, qual a diferença, as práticas nocivas continuam acontecendo na cara da justiça que cega não vê, não sente, não tem odor para ela perceber que o povo que se propôs defender não tem mais significado nenhum, vira um Deus que não pode ser criticado em nome do clamor do povo que sofre as piores injustiças por políticos ladrões que a exemplo dos presidentes da república Brasileira nada mais são que larápios vestidos da pureza do capeta, servidores da corrupção e pela ganância insaciável que mata pela fome, ou pela falta de responsabilidade dos governantes que roubam os menos favorecidos e injustiças desta sociedade corrupta e inconsequente, fiz uma análise dos presidentes da câmara de vereadores de Baraúna 70% dos que passaram e que levaram o dinheiro do povo não foram punidos vivem ao bell prazer impunes e a celeuma continua a atual câmara tem tanto funcionário que é necessário código para serem reconhecidos, sabe quantas vezes serão fiscalizados e punidos nunca. cadê a justiça tardia mais se agissem já seria um consolo vê os corruptos cobertos com o manto da impunidade na cadeia que lugar de ladrão é lá, tenho dito o povo de Baraúna é o povo mais pacífico do mundo verdadeiras ovelhas do rebanho de Cristo, os cidadãos de bem não entram temendo ser consumidos pela corrupção, não, não pensem assim, se não nunca teremos pessoas decentes na política, faz até medo dizer estas verdades, isso sim faz medo. - # # #  

STF decreta vida ou morte de Temer na quarta-feira

Como reação política, o pronunciamento de Michel Temer neste sábado tem o efeito positivo de avisar aos navegantes de sua base que ele pretende lutar para ficar no cargo – e, quem sabe, segurar ou adiar a debandada de alguns. Trata-se, porém, de uma faca de dois gumes, antecipando uma manifestação do STF que pode – ou não – representantar uma pá de cal em seu governo no Supremo.
Afinal, o ministro Edson Fachin, que nada faz sem o respaldo da presidente Cármen Lúcia, acolheu em parte a petição do presidente ao determinar que seja realizada a perícia demandada nas gravações de Joesley Batista. Apontar a adulteração da gravação “clandestina” passou a ser um dos principais argumentos de Temer contra a delação da JBS.

Concorrência desleal!


Agripino decide se fica com Temer

PSDB, principal partido aliado de Michel Temer, convocou uma reunião de emergência da cúpula do partido para este domingo (21), em Brasília, para discutir se mantém seu apoio ao governo.
Parte dos dirigentes da sigla defendem, nos bastidores, uma articulação rápida para que Temer deixe o poder, com a construção conjunta entre partidos aliados de uma candidatura para a eleição indireta que seria convocada nesse caso.
O presidente nacional do DEM, o senador Agripino Maia, também vai participar da reunião. O PSDB e o DEM têm um acordo: só decidirão deixar o governo Temer se o fizerem em conjunto, segundo a Folha de São Paulo.

Ao desqualificar delator, Temer se autoincrimina


Uma das características fundamentais da dificuldade de julgamento é ter que ouvir uma pessoa durante vários anos para chegar à conclusão de que ela não vale nada. Michel Temer conhece Joesley Batista há coisa de seis anos. Já esteve com o personagem incontáveis vezes. Só agora pecebeu que dava cartaz a um sujeito desonesto e mentiroso. Temer fez hora extra neste sábado para dizer ao país que o dono do Grupo JBS deveria estar preso, não passeando pelas ruas de Nova York. Temer atacou seu delator a pretexto de se defender. Não conseguiu senão autoincriminar-se.
O presidente esteve com o salafrário pela última vez em 7 de março. Recebeu-o no palácio residencial perto de 11 da noite. Sem saber que falava com um grampo a domicílio, tratou-o com rara fidalguia. O inquilino do Jaburu só notou que o visitante tinha traços criminosos depois que virou um delatado. Ao conviver por tanto tempo com um corrupto, Temer revelou-se moralmente ligeiro. Incriminado pelo ex-amigo, mostrou-se intelectualmente lento. Qualquer uma dessas velocidades é um insulto. Nenhuma delas é compatível com o que se espera de um presidente da República.
Temer exibe sua indignação ao país em conta-gotas. Regula a dosagem de sua revolta à evolução dos fatos. Normalmente comedido, soou um tom acima. Em certos momentos, pareceu fora de si, tornando mais fácil enxergar o que tem por dentro. Na superfície, fez pose de presidente injuriado. Entretando, ao defender sua honra recriminando o delator, soou como se ecoasse a orientação que os criminalistas esculpiram no fundo de sua consciência: “Cuidado, você agora é um investigado. Dependendo do que disser, pode tornar-se réu.”
Temer escora-se em reportagem da Folha para desqualificar a gravação do diálogo vadio que manteve com seu algoz. “Li notícia de que perícia constatou que houve edição no áudio de minha conversa com o senhor Joesley Batista. Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos.” Pediu a suspensão do inquérito em que é acusado de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.
Do ponto de vista jurídico, a desqualificação do áudio é o melhor remédio para quem, como Temer, busca livrar-se do afogamento. Ao enviar a gravação ao Supremo Tribunal Federal sem submetê-la a uma perícia minuciosa, o procurador-geral da República Rodrigo Janot ofereceu boa matéria-prima para o esperneio do acusado. Como se fosse pouco, Janot e seus pares deram à turma do JBS um prêmio incompatível com a moralidade. Não há delação que justifique o escárnio de tratar a pão de ló quem merece o pão que Asmodeu amassou.
O diabo é que, do ponto de vista político, a reação de Temer é ineficaz. Para quem está afundando, um jacaré parece tronco. Mas a essa altura a fita de Joesley não passa de um detrito no monturo que se formou na porta do gabinete presidencial. A mera desqualificação do áudio não é suficiente para restaurar os danos.
Ironicamente, o próprio Temer mostrou que a gravação que ele se esforça para desqualificar não é de todo inservível. Fez isso ao ressaltar “as incoerências entre o áudio e o teor do depoimento” de Joesley à Procuradoria. “O que ele fala no seu depoimento não está no áudio. E o que está no áudio demostra que ele estava insatisfeito como meu governo”, disse Temer.
Num dos trechos do áudio que Temer considera fidedignos, o delator expôs o que o presidente definiu como “reclamações contra o minsitro da Fazenda, contra o Cade, contra o BNDES.” Para Temer, as queixas de Joesley são uma “prova cabal de que meu governo não estava aberto a ele.” Bobagem.
Se esse trecho da fita prova alguma coisa é que um empresário corrupto, depois de se defrontar com servidores que se recusavam a atender às suas demanda$, foi cobrar do presidente da República a solidariedade de que se julga credor. E foi plenamente correspondido. Quando o dono do JBS pediu a Temer, por exemplo, um “alinhamento” de posições que lhe permitisse ser mais direto nas cobranças dirigidas ao ministro Henrique Meirelles, Temer assentiu: “Pode fazer isso.”
Temer parece considerar que foi guindado pelas circunstâncias ao cargo de presidente como exemplo. Falta definir de quê! “O autor do grampo relata no diálogo suas dificuldades”, realçou Temer. “Simplesmente ouvi. Nada fiz para que ele obtivesse benesses do governo.” Como assim? Por que, então, indicou o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, hoje deputado federal pelo PMDB do Paraná, para servir de ponte entre a Presidência da República e o delator? “Não há crime, meus amigos, em ouvir reclamações e me livrar do interlocutor indicando outra pessoa para ouvir as suas lamúrias.” Hã, hã…
O que o presidente ainda não percebeu é que dinheiro que Rodrigo Loures, seu interlocutor, recebeu de um portador do corruptor Joesley dias depois da conversa noturna do Jaburu talvez não dê para vestir 5% das desculpas esfarrapadas que a plateia é obrigada a ouvir.
“Houve grande planejamento para realizar esse grampo”, concluiu Temer, flertando com o óbvio. “Depois, houve uma montagem e uma ação deliberada para criar um flagrante que incriminasse alguns, enquanto os criminosos fugiam para o exterior em absoluta segurança.” O que o presidente chama de “ação deliberada” foi, na verdade, uma investigação monitorada pela Procuradoria, sob supervisão do Judiciário.
Nessa investigação, Rodrigo Loures, o intermediário de Temer, foi seguido e fotografado pela Polícia Federal recebendo de Ricardo Saud, executivo da holding J&F, que controla o conglomerado de Joesley, uma mala contendo R$ 500 mil. Trata-se de propina, informou a Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal. Sobre isso, Temer não disse palavra.
Sobre o trecho do grampo em que a Procuradoria enxergou um aval do presidente ao cala-boca monetário que Joesley fornecia ao presidiário Eduardo Cunha, Temer declarou o seguinte: “Não existe isso na gravação, mesmo tendo sido ela adulterada. E não existe porque nunca comprei o silêncio de ninguém. […] É interessante: quando os senhores examinam o depoimento [de Joesley] e o áudio, os senhores identificam que a conexão de uma sentença à outra não é a conexão de quem diz: ‘Olha, eu estou comprando o silêncio de um ex-deputado e estou dando tanto a ele. Não. A conexão é com a frase: ‘Eu me dou muito bem com o ex-deputado, mantenho uma boa relação’. Eu digo: mantenha isso, viu?”
Ou seja: o presidente da República recebe no Jaburu, tarde da noite, um empresário que considera corrupto. Mantém com ele um diálogo antirrepublicano. Nessa conversa, o bandido diz à autoridade máxima do país que conserva sua “boa relação” com Eduardo Cunha, um ex-presidente da Câmara condenado por crimes variados e mantido atrás das grades em Curitiba. Temer reconhece que estimulou o relacionamento entre os dois larápios —“Mantenha isso, viu?”. E acha que está tudo normal. A honestidade, está comprovado, é mesmo uma virtude facilmente contornável.
Depois de dizer coisas definitivas sem definir muito bem as coisa$ que o levaram a abrir as portas do Jaburu para Joesley, protagonista de cinco ações penais, agora um corrupto confesso, Temer falou de um Brasil que sua maleabilidade ética comprometeu. “O Brasil exige que se continue no caminho da recuperação econômica que traçamos, para colocar o país nos trilhos.”
De tanto conviver com a corrupção, o brasileiro adaptou-se às reações das autoridades em apuros. Há método na desfaçatez. Percebe-se como tudo vai acabar. O Brasil deixou de ser um país imprevisível. Tornou-se uma nação tristemente previsível. Temer mantém o compromisso de devolver o gigante aos trilhos. Já é possível enxergar o pus no fim do túnel.

## ## ## - É INCRÍVEL AINDA SOBRAR ALGUMA PARA NOS ENGANAR, NA ESCOLA DESTES HOMENS ALIBABA SERIA EXPULSO. - ## ## ## - Dinheiro da JBS ajudou a eleger 16 governadores Um dos documentos da delação dos executivos da JBS mostra que o grupo empresarial contribuiu para a eleição de 16 dos 27 governadores empossados em 2015. Em termos proporcionais, foram 60% dos vitoriosos nas eleições de 2014. A lista dos governantes que o JBS considera seus aliados aparece em uma nota manuscrita entregue pelo executivo Ricardo Saud. No mesmo pacote de documentos há uma relação de candidatos financiados em 2014, com os respectivos valores recebidos. O cruzamento das duas listas mostra que, dos governadores eleitos, o PSDB lidera o ranking de valores recebidos, com R$ 15 milhões. A seguir vêm PT (R$ 13,3 milhões), PSD (R$ 11,3 milhões) e PMDB (6,6 milhões). A eleição dos 16 governadores custou R$ 47,3 milhões à JBS.


Abatedouro! 


Fica, Temer!


Tanta inocência eliminou até o benefício da dúvida. Aos olhos da opinião pública, os políticos agora são culpados até prova em contrário. Se perdem o mandato e o foro privilegiado, como Eduardo Cunha, vão em cana como prova em contrário. Desde março de 2014, quando a Operação Lava Jato começou, a banda dinheirista da política cultiva a ilusão de que a sangria será estancada. Para o bem da nação, deu-se o oposto. A política virou uma atividade hemorrágica.

É hora de tirar o código de barras da democracia

Antigamente, o Brasil era um país de corruptos sem corruptores. Hoje, com o advento da delação premiada, virou uma nação de corruptores sem corruptos. Roçando as grades de Curitiba, Lula não sabia de nada. Recém-chegada ao pântano, Dilma continua estalando de pureza moral. Com a reputação reduzida à soma de palavrões que inspira nos botecos, Aécio é a virtude que terceirizou o xadrez à irmã. Ao jurar que não fez nada, Temer tornou-se um revolucionário do léxico, provando que nada é uma palavra que ultrapassa tudo.
Tanta inocência eliminou até o benefício da dúvida. Aos olhos da opinião pública, os políticos agora são culpados até prova em contrário. Se perdem o mandato e o foro privilegiado, como Eduardo Cunha, vão em cana como prova em contrário. Desde março de 2014, quando a Operação Lava Jato começou, a banda dinheirista da política cultiva a ilusão de que a sangria será estancada. Para o bem da nação, deu-se o oposto. A política virou uma atividade hemorrágica.
A má notícia é que o sistema político morreu. O comportamento de risco e a tendência à autodesmoralização levaram o modelo ao suicídio. A boa notícia é que a morte pode ser um enorme despertar. Num instante em que a faxina invade os salões do Palácio do Jaburu, fica claro que o país necessita de um movimento que acabe com o suborno, o acobertamento, o compadrio, o patrimonialismo… Em suma, precisa-se de uma articulação qualquer que acabe com os valores mais tradicionais da política brasileira.
O primeiro passo é eliminar dos costumes nacionais a praga do quase. A higienização quase foi alcançada quando as ruas escorraçaram Collor do poder. A assepsia quase foi obtida quando cassaram-se os mandatos de meia dúzia de anões do Orçamento. A purificação quase chegou quando o Supremo Tribunal Federal mandou para a cadeia a turma do mensalão. Temer é uma evidência de que o impeachment de Dilma não eliminou a síndrome do quase. Chegou a hora de levar a faxina às últimas consequências.
Neste sábado, Temer discursou por 12 minutos para informar ao país que Joesley Batista, seu ex-amigo do Grupo JBS, não vale nada. Depois de limpar os cofres do BNDES nos governos Lula e Dilma, armou uma delação fraudulenta para produzir turbulência econômica capaz de lhe propiciar lucros extraordinários comprando dólares na baixa e vendendo ações na alta. Quer dizer: para Temer, Joesley é um patife. E não será a plateia que irá discutir com um especialista. Melhor passar a Presidência de Temer no detergente e seguir em frente.
A honestidade é como a gravidez. Nenhuma mulher pode estar um pouquinho grávida, como não pode haver governo um pouco honesto, com oito ministros investigados e um presidente que confraterniza com corruptos no palácio residencial. A esse ponto chegamos: o Brasil terá de cair para que Temer se mantenha no cargo de presidente. Só a desmoralização nacional salva Temer.
A velha sacada do Churchill ensina que a democracia é o pior regime possível com exceção de todos os outros. Mas no Brasil os políticos parecem eternamente engajados num esforço para implementar as alternativas piores. De erro em erro, chegou-se à cleptocracia atual. É chegada a hora de arrancar o código de barras da democracia brasileira. A entrada do processo é a saída de Temer. O limite é a Constituição. O desafio é encontrar um nome capaz de gerir um programa mínimo e zelar pelo calendário eleitoral de 2018.

STF pauta ação sobre eleições diretas em caso de cassação de mais votado O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, liberou para julgamento a ação que questiona a previsão de novas eleições em todas as hipóteses de cassação do candidato eleito. Em ação direta de inconstitucionalidade, o PSD alega a inconstitucionalidade dos parágrafos 3º e 4º do artigo 224 do Código Eleitoral, com a redação dada pela minirreforma eleitoral.

‘Não era nada disso!’, diria Tancredo para Aécio

A caminho da sexta cirurgia, aquela que o levaria à morte, privando-o de assumir a Presidência da República, Tancredo Neves disse para Aécio Neves: “Eu não merecia isso!”
Vivo, Tancredo poderia repetir o mesmo comentário para o neto, agora um senhor de 57 anos, enroscado em oito enredos penais. A velha raposa talvez emendasse uma segunda frase: “Não era nada disso!”
O barulhinho que se ouve ao fundo é o som de Tancredo se revirando no túmulo.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Considerando os Outros Mais Importantes

Quando Paulo escreve, “considerem os outros superiores a si mesmos” ele usa um verbo que significa “calcular” “contar” (Filipenses 2:3 NVI). Para considerar os outros superiores a si mesmo, não é para considerar que você não tem vez, é de saber o seu lugar.
A Escritura diz “Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu” (Romanos 12:3 NVI).
Faça das pessoas uma prioridade. Aceite o seu lugar no plano dele. Dê logo seu aplauso. E acima de tudo, considere os outros mais importantes do que si mesmo. Pense assim: Se eu pensar que você é mais importante do que eu, e você pensar que eu sou mais importante do que você – no final das contas todos nós nos sentiremos importantes, mas ninguém vai agir como importante. Hmmm. Será que foi isso que Deus teve em mente?

Vestindo Jesus

Paulo disse “pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram” (Gálatas 3:27 NVI). Nós vestimos Jesus! E aqueles que não acreditam em Jesus notam o que nós fazemos. Eles tomam suas decisões sobre Jesus nos observando. Quando somos bondosos, eles concluem que Cristo é bondoso. Quando somos graciosos, eles concluem que Cristo é gracioso.
Mas, se somos impetuosos, o que as pessoas pensarão do nosso Rei? Nosso Mestre? Não é de se admirar que Paulo disse “Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um.” (Colossenses 4:5-6 NVI).
A cortesia honra a Deus e seus filhos. “Façam todo o possível,” a Escritura diz, “para viver em paz com todos.” (Romanos 12:18 NVI). É só fazer o possível. Você não consegue controlar a atitude deles, mas você pode manejar a sua.

Ministro das Cidades é o primeiro a deixar o governo Temer Depois de ouvir vários deputados do PSDB, o ministro das Cidades Bruno Araújo decidiu deixar o governo. Essa é a primeira baixa desde que se instalou a crise política após a revelação de que o presidente Michel Temer deu aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha. Bruno Araújo deve comunicar sua decisão ao Palácio do Planalto nas próximas horas.

## ## ## - TÚNEL DO TEMPO. - ## ## ##

# # # OS DOIS SERESTEIRO MAIS VELHOS DA NOSSA CIDADE, SEBASTIÃO DE ADALTO MEU PADRINHO, E O NOSSO GRANDE AMIGO BELL CAMBURÃO, APESAR DA VELHICE CONTINUAM DANDO SHOW DE VIOLÃO. A NOSSA CULTURA NÃO EXISTE SÓ PARA DÁ EMPREGO A CORRELIGIONÁRIOS QUE APOIARAM NA CAMPANHA OU PARA GARANTIR O NEPOTISMO, É UMA PENA ATÉ QUANDO VAMOS SER UMA CIDADE DE NINGUÉM, MANDADA POR FORASTEIROS QUE SÓ FAZEM HAN DEUS SABE, SÓ QUE NÓS PERMANECEMOS NA PIOR, FEITO CANTIGA DE PERUA, DE PIOR A PIOR. - # # #  

## ## ## - O GRUPO ARAUTOS DO EVANGELHO SEMEANDO A SANTA PALAVRA DE DEUS ONDE A IGREJA NÃO ALCANÇA. - ## ## ##

# # # - O GRUPO ARAUTOS DO EVANGELHO ESTARÁ AMANHÃ CELEBRANDO NA RESIDÊNCIA DE DONA MARIA POR TRÁS DA IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA NO CINDERELA, CONTAMOS COM SUA PRESENÇA, SEXTA FEIRA 19/05/2017. - # # #

Rede e PSOL protocolam no Conselho de Ética do Senado pedido de cassação de Aécio Os partidos Rede e PSOL protocolaram nesta quinta-feira (18), no Conselho de Ética do Senado, uma representação em que pedem a cassação do mandato parlamentar do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). O pedido acontece após a divulgação da delação premiada dos donos da JBS. Em delação premiada à Procuradoria Geral da República (PGR), o empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, entregou uma gravação de 30 minutos na qual Aécio, presidente nacional do PSDB, pede R$ 2 milhões para, supostamente, pagar a defesa dele na Lava Jato. A delação, revelada nesta quarta (17) pelo jornal “O Globo”, foi homologada pelo ministro Fachin.

Dilma pediu R$ 30 milhões à JBS Na mesma delação premiada que incrimina o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB), os irmãos Batista revelaram que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) pediu R$ 30 milhões à JBS para a campanha do então candidato a governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT).

PT daqui a pouco nas ruas Postado às 14h10 •política •Nenhum comentário •Enviar por e-mail O PT de Mossoró fará daqui a pouco manifestação pelo impeachment do presidente Temer (PMDB). Concentração na Praça do Pax, centro da cidade, às 15h. Nas faixas e discursos, apenas o “Fora Temer”. Está proibido protesta contra a corrupção. E, Lava Jato, nem pensar. Por motivos óbvios

## ## ## - ARRE É DOSE PARA JABÚ. - ## ## ##

Para se safar, Lula tem de provar que não é Lula


PSDB tenta se limpar expulsando Aécio Neves de sua presidência Postado às 14h16 •política •Nenhum comentário •Enviar por e-mail Para tentar salvar o que restou, se é que restou alguma coisa de bom, o PSDB decidiu destituir o senador afastado Aécio Neves da presidência da legenda. O posto será ocupado interinamente pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). O partido também está discutindo o desembarque do governo Temer, com a entrega imediata dos cargos.Os tucanos, como todo mundo, sabem que o governo peemedebista acabou. O PSDB tem quatro ministérios na atual gestão: Secretaria de Governo, Relações Exteriores, Cidades, Direitos Humanos. A reunião entre os senadores tucanos acontece no gabinete do senador Tasso Jereissati e conta com a presença de toda a bancada e quatro governadores, por meio de conferência telefônica. O PROBLEMA DE LÊ O ALERTA BARAÚNA É QUE SÓ POSTAMOS A VERDDE. - ## ## ##

Crise política pode afetar recuperação da economia brasileira, dizem especialistas A crise política pode afetar a recuperação da economia brasileira, afirmaram especialistas. Após a delação dos donos da JBS afirmando que gravaram o aval do presidente Michel Temer para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os mercados entraram em pânico na manhã desta quinta-feira (18), com o dólar cotado acima de R$ 3,40, e a Bovespa chegou a interromper os negócios depois de cair mais de 10%.

## ## ## _ OS ÚLTIMOS DIAS DO P M D B. E TEMER. - ## ## ##

Delação da JBS inclui gravação de Michel Temer

Em notícia veiculada no seu site, o jornal O Globo traz detalhes de um acordo de delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do Grupo JBS, com a Procuradoria-Geral da República. Os depoimentos são bombásticos. Envolvem inclusive Michel Temer, que foi gravado avalizando a compra do silêncio de Eduardo Cunha, preso em Curitiba. De resto, as novas delações carbonizam ainda mais o que resta da biografia do senador Aécio Neves, presidente do PSDB. Ele foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. Vai abaixo o texto da reportagem, assinada por Lauro Jardim:
Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação
É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato:
Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: ''Tem que manter isso, viu?''.
Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).
Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.
Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.
Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas ''ações controladas'', num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.
Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.
A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão desabrida?
Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.
Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.
Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada.''