Saúde é coisa séria
Quando ocorreu a tragédia de Santa Maria (RS), um médico
potiguar – envolvido na guerra política com o governo – usou seu
endereço na rede social para tentar tirar algum proveito ao comparar o
sistema de saúde pública de lá com o do Rio Grande do Norte.
Escreveu: “imagine se essa tragédia fosse no RN, como as vítimas seriam atendidas”, sugerindo que o sistema de saúde de Santa Maria era “cinco estrelas”, enquanto no RN…
Pois bem…
Veja a notícia de Lauro Jardim, na Radar online, com o Hospital Universitário de Santa Maria:

Pacientes no corredor
Como se não bastassem as dificuldades impostas pela tragédia, o sistema de saúde de Santa Maria sofre com as mazelas comuns a quase todos os hospitais do país. No Hospital Universitário da cidade, onde foram socorridas vítimas do devastador incêndio na boate, as dificuldades são cotidianas e, obviamente, aumentaram após a tragédia.

Sala vazia
Uma sala construída para atender pacientes politraumatizados, por exemplo, não é utilizada. Assim como ocorre em incontáveis unidades de saúde pelo país afora, outros são atendidos em macas pelos corredores do hospital. Fotos feitas na semana passada dão a medida da precariedade.
Nota do blog: As fotos acima não foram feitas por cirurgião de plantão ou outro especialista da unidade de saúde. Lá os profissionais não têm tempo de brincar com celular ou máquinas fotográficas. Muito menos com a vida das pessoas.
Escreveu: “imagine se essa tragédia fosse no RN, como as vítimas seriam atendidas”, sugerindo que o sistema de saúde de Santa Maria era “cinco estrelas”, enquanto no RN…
Pois bem…
Veja a notícia de Lauro Jardim, na Radar online, com o Hospital Universitário de Santa Maria:

Pacientes no corredor
Como se não bastassem as dificuldades impostas pela tragédia, o sistema de saúde de Santa Maria sofre com as mazelas comuns a quase todos os hospitais do país. No Hospital Universitário da cidade, onde foram socorridas vítimas do devastador incêndio na boate, as dificuldades são cotidianas e, obviamente, aumentaram após a tragédia.

Sala vazia
Uma sala construída para atender pacientes politraumatizados, por exemplo, não é utilizada. Assim como ocorre em incontáveis unidades de saúde pelo país afora, outros são atendidos em macas pelos corredores do hospital. Fotos feitas na semana passada dão a medida da precariedade.
Nota do blog: As fotos acima não foram feitas por cirurgião de plantão ou outro especialista da unidade de saúde. Lá os profissionais não têm tempo de brincar com celular ou máquinas fotográficas. Muito menos com a vida das pessoas.
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