sábado, 13 de abril de 2013

PARABÉNS A VALDECI POR ESTAS VERDADES ESCRITA COM CANETA DE OURO...


Rapidinhas do sábado...

Fui....o último que sair, por favor, apague a luz....

Como eu já tinha cantado a bola aqui há tempos, a saída do secretário da educação Marcos Antonio (a carta de demissão foi entregue nessa quinta-feira, porém ele ficará, provavelmente, até o final do mês para entregar a secretaria ao novo ocupante do cargo) já era uma cantiga anunciada e sua orquestração na surdina já vinha sendo tramada há tempos pelo ex-prefeito de araque que já saiu do poder há muito tempo, mas o poder não saiu dele. Apesar do desgoverno desastroso que fez com um final de gestão melancólico e a prefeitura afundada em dívidas, sonha em conquistar votos de graça em Baraúna através da utilização da máquina administrativa da secretaria da educação para o tresloucado projeto visionário de ser deputado estadual visando massagear sua vaidade infinita ás custas dos humildes baraunenses. Se for concretizada essa nomeação, o prefeito Isoares sem pulso Martins praticamente ficará manietado e verá seu governo virar uma simples sombra em marca d' água do falecido governo anterior. Embora isso tenha sido o principal combustível da ambição que alimentou a fogueira da desunião interna, outros motivos fizeram o secretário abandonar o desgovernado barco.
"Você pagou com traição...a quem sempre
lhe deu a mão...."
O principal deles foi a facada pelas costas dada pelo atual prefeito em seus mais íntimos auxiliares ao cortar na própria carne e retirar gratificações extras, além de obrigar os funcionários a abdicarem de outros vínculos profissionais. Claro que ninguém gostou e embora alguns tivessem admitido a seriedade da medida pela frente, mas nos murmúrios dos bastidores o pau de jucá cantou nas costelas do ingrato prefeito onde o menor nome que levou foi de infeliz. Essa estratégia de ferir e expurgar periodicamente os próprios auxiliares mais fiéis é uma tática politica antiga e foi utilizada por Calígula, Ivan - o terrível, Stalin, Hitler e Mao Tse Tung. Dá certo por algum tempo pela própria essência do regime ditatorial, mas enfraquece sua credibilidade e termina com o enfraquecimento do grupo como um todo.
A parte mais sensível do homem é o bolso e quando você fere esse lado, está ferindo a si próprio. Alguns por covardia pura e simples, mesmo insatisfeitos ainda continuam se alimentando das migalhas que o prefeito ainda permitiu que fosse digeridas. Outros por pura necessidade econômica e porque não tem pra onde correr. Mas homens competentes e corretos como o professor Marcos Antonio preferem deixar essa lamaceira emperrada que se transformou o atual governo, totalmente desnorteado
Verdes e azuis...a festa poderá estar bem próxima...
 e sem rumo. Alguns com falsidade e tapinhas nas costas lhes prestam cínica solidariedade (mas no fundo ambicionam seu cargo), já outros lhe aplaudem pela iniciativa de não mais ser cupincha sem autonomia de seu ninguém. Cada vez mais o governo exógeno se enche de companheiros estrangeiros e expulsam os baraunenses e como bem lembrou o blogueiro Edson Barbosa a lei orgânica exige claramente que os secretários tenham residência fixa em Baraúna, mas como eles não respeitam nem a constituição federal, imagine a lei orgânica municipal. Tristemente o município baraunense para a ser terceirizado, numa administração totalmente descomprometida e alheia com os munícipes locais. Hoje o que mais se vê são os próprios eleitores e auxiliares azuis totalmente revoltados e insatisfeitos com essa administração perseguidora e muitos até torcendo internamente pela cassação imediata do atual prefeito. Pelo andar da carruagem, não se admirem senhoras e senhores se numa eventual cassação desse ingrato prefeito, a festa de posse de Luciana tenha mais gente de azul do que mesmo de verdes bacuraus. E todos serão bem vindos e convidados a fazer parte dessa grande festa, pois todos são baraunenses, ao contrário dos estrangeiros que só vem aqui para extorquir os cofres públicos da "viúva" e subtrair os direitos dos nativos.Só me resta o exílio, inté um dia me sentir livre na minha terra...

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