domingo, 15 de junho de 2014

Aécio Neves promete focar na inflação do país

Foto: Divulgação
Candidato do PSDB falou que será mais rigoroso que governo atual


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O pré-candidato à Presidência da república, Aécio Neves (PSDB), disse que vai governar o país com uma política econômica mais segura, se for eleito. Segundo ele o ano de 2015 será difícil para a economia do Brasil, o candidato defendeu ainda uma política mias transparente e que a inflação seja levada para o centro da meta de (4,5% ao ano) em um prazo de dois ou três anos.

"O ajuste será feito, mas não será feito do dia para a noite. E o tamanho dele dependerá do tamanho do desmonte que o atual governo vem fazendo. Agora, é natural que uma chegada nossa no governo, nós tenhamos uma política fiscal muito mais austera que vem acontecendo hoje e principalmente mais transparente", afirmou o pré-candidato do PSDB.

Perguntado sobre a inflação, respondeu: "Não conseguiremos em 2015. Esse é um projeto, temos discutido isso com nossa equipe econômica, para dois ou três anos. Agora, nós vamos focar no centro da meta, não no teto, como tem feito o atual governo".

Aécio não concorda com a atual gestão, criticou os gastos do governo e falou mais uma vez sobre a redução dos números nos ministérios e um "redesenho da máquina pública", caso seja eleito. Questionado sobre como cortará custos sem causar prejuízos aos programas sociais, como o Bolsa Família, o pré-candidato afirmou que irá “qualificar” ações na área, olhando resultados e tirando-as da “guerrilha eleitoral”.

Ele falou ainda que cortará custos sem comprometer as despesas sociais e previdenciárias. "Do crescimento da economia. Nós vamos fazer o país retomar o ciclo de crescimento, vamos qualificar os programas que efetivamente atendem a sociedade, aqueles que mais precisam, e é isso que vai nos permitir ter uma política austera. Ao longo do tempo, a partir do crescimento da economia, encaixar os gastos correntes do governo".

E que vai trabalhar para simplificar o pagamento de tributos em médio prazo com a diminuição “horizontal” da carga tributária.

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