Mais uma crise envolvendo o ‘super sincero’ ministro Joaquim Barbosa
Cláudio Humberto:
Declarações do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, de que o “conluio entre juízes e advogados” é o que há de mais “pernicioso” na Justiça brasileira, provocou nova nota de protesto de associações de magistrados.
Em nota oficial, as entidades lembram que relações de amizade entre magistrados e advogados em geral não prejudicam a imparcialidade.
Não
é a primeira vez que Barbosa, que é de origem do Ministério Público,
ataca os juízes do Brasil. Desde que assumiu o posto de ministro do STJ,
Joaquim Barbosa se recusa a receber advogados em seu gabinete, como é
comum nos tribunais, seja para a entrega de memoriais ou para prestar
esclarecimentos.
Recentemente limitou o número de acompanhantes do novo presidente da OAB, Marcos Vinícius Coelho, que solicitara uma audiência de caráter instituciuonal para apresentar ao presidente do STF a nova diretoria nacional da entidade.
Ao comentar as declarações do ministro, Marcos Vinícius disse que a OAB está à disposição dele, caso queira denunciar algum tipo de lobby. O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Nino Toldo, lembrou que “os códigos de ética da magistratura não proíbem a amizade com advogados e que o juiz “não faz voto de isolamento social”.
Toldo disse ainda que “é um exagero superdimensionar as situações pontuais”. Já o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Renato Sant’Anna, acha que a acusação genérica adotada por Joaquim Barbosa “não é compatível com um membro do Judiciário”.
Declarações do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, de que o “conluio entre juízes e advogados” é o que há de mais “pernicioso” na Justiça brasileira, provocou nova nota de protesto de associações de magistrados.
Em nota oficial, as entidades lembram que relações de amizade entre magistrados e advogados em geral não prejudicam a imparcialidade.
Não
é a primeira vez que Barbosa, que é de origem do Ministério Público,
ataca os juízes do Brasil. Desde que assumiu o posto de ministro do STJ,
Joaquim Barbosa se recusa a receber advogados em seu gabinete, como é
comum nos tribunais, seja para a entrega de memoriais ou para prestar
esclarecimentos.Recentemente limitou o número de acompanhantes do novo presidente da OAB, Marcos Vinícius Coelho, que solicitara uma audiência de caráter instituciuonal para apresentar ao presidente do STF a nova diretoria nacional da entidade.
Ao comentar as declarações do ministro, Marcos Vinícius disse que a OAB está à disposição dele, caso queira denunciar algum tipo de lobby. O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Nino Toldo, lembrou que “os códigos de ética da magistratura não proíbem a amizade com advogados e que o juiz “não faz voto de isolamento social”.
Toldo disse ainda que “é um exagero superdimensionar as situações pontuais”. Já o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Renato Sant’Anna, acha que a acusação genérica adotada por Joaquim Barbosa “não é compatível com um membro do Judiciário”.
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