O promotor de
Justiça no Rio Grande do Norte, Luiz Lopes, dá um resumo do que se
apura na Operação Máscara Negra em solo potiguar, desde as primeiras
horas de hoje.
Ele utiliza endereço próprio na rede de microblogs Twitter, para se expressar com muita propriedade.
Leia:
- Como diria Mino Carta, até um ser
mineral sabia que uma das “desovas” financeiras dessas prefeituras
ocorre na contratação de bandas musicais.
- Bandas (fuleiras) contratadas a peso de ouro só recebem, no
máximo, 30% do valor contratado. É muito parecido com a máfia do
futebol.- Já se sabia disso há algum tempo, mas a quebra do “segredo” não foi fácil. Foi preciso investigar por um tempo. Justiça exige provas.
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