"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha." (1 Coríntios 13:4)
Você consegue imaginar como seria o mundo em que vivemos se as pessoas
vivessem pelo princípio: "Não procure seus próprios interesses e
necessidades, mas sim as necessidades dos outros"? Vivemos numa cultura
que nos diz para esquecer os outros e olhar para nós mesmos. Mas devemos
lembrar que o amor de Deus é paciente e, como membros do corpo de
Cristo, o amor que temos deve ser também paciente.
Outra maneira de traduzir a frase: "O amor tudo sofre" de 1 Coríntios 13
é "O amor tudo suporta." Este termo comum do novo testamento é usado
quase que exclusivamente para falar de ser paciente para com as pessoas,
em vez de ser paciente para com as circunstâncias ou eventos. A
paciência do amor é a capacidade de ser incomodado repetidamente.
As últimas palavras de Estevão, o primeiro mártir da Igreja, foram as de
um paciente perdão: -"Senhor, não os consideres culpados deste pecado" (Atos 7:60).
Enquanto morria, ele orava por seus assassinos e não por si mesmo. Este
é o mesmo tipo de amor sobre o qual Jesus falou a respeito de "dar a
outra face". É o tipo de amor que tem como principal preocupação não o
seu próprio bem, mas o bem-estar dos outros.
E o amor é bondoso. Assim como a paciência vai aceitar tudo dos outros, a
bondade vai dar tudo aos outros. Ser bondoso é ser útil, é ser
prestativo e gentil. É uma mistura de boa vontade com iniciativa. Amor
não é só sentir-se generoso. É ser generoso. O amor não só deseja o bem
estar dos outros, mas trabalha para isso.
Mas, se você esperar esta emoção chegar naturalmente, talvez nunca experimente o que seja de fato a bondade.
Lembre-se: o amor é ação. O amor é bondoso. Então, basta ser amável, mesmo que você não se sinta assim. Assim é o amor de Deus: paciente e gentil.
Lembre-se: o amor é ação. O amor é bondoso. Então, basta ser amável, mesmo que você não se sinta assim. Assim é o amor de Deus: paciente e gentil.
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