domingo, 25 de maio de 2014

@@@ - NOSSA PROFESSORA DONA MARIA BARROS, INESQUECÍVEL. - @@@

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NOSSA PRIMEIRA PROFESSORA, NOSSA POETISA JAMAIS DEVE SER ESQUECIDA
A Fundação Rancho do Sabiá que atua na arte- cultura e cidadania pretende a partir do centenário da poetisa Maria Barros Feitosa, tornar como referencia no seio cultural, sua obra, ações e gestos que não podem esquecidos pela história de Baraúna. 
O encanto, a devoção, a paixão pela educação, o sonho de trazer o progresso e ajudar este município vem desde sua chegada nas terras do Rancho do Sabiá, em meados dos anos 30.  Maria Barros, entre poucos moradores que escolheram este chão para viver, foi mais longe, queria ensinar suas crianças, jovens e adultos. Ela muito jovem, aos 20 anos de idade, já fazia pelo social, atuava como voluntária da saúde na erradicação da malária, era catequista e tornava o povoado um lugar digno de viver, apesar de todas as dificuldades de acesso, agua e iluminação, mas mesmo assim, superava as adversidades dando tudo de si. 
A escola que montou numa barraca a luz de lampião era a trincheira para fazer o povo ler e escrever... Maria Barros, queria e fez o melhor para todos.

Natural de São José de Campestre-RN, nasceu em 28 de Maio de 1914 se fosse viva completaria 100 anos. Toda sociedade politica do estado, quando pisavam em Baraúna faziam visita obrigatória a professora. 
Sempre cobrou das autoridades atenção e respeito. Queria saúde e educação, sonhava com o progresso. Sabia das potencialidades de Baraúna...
É oportuno destacar que seu legado ficou na história. Mãe, avó e uma desbravadora que orgulha a todos nós .
Assim, queremos acreditar que basta querer para fazer acontecer, Um exemplo de mulher destemido e cheia de esperanças. Era assim, Maria Barros, uma guerreira. 
Ela chegou a lançar duas obras de sua autoria, destacando o encanto da poesia, o primeiro livro: Retratos da vida, o qual fiz a apresentação com muito orgulho. A segunda obra foi intitulada de Minha vida... Minha história... Se pudesse teria lançado mais outros cinco livros, pois, tinha poesias rascunhadas em seus arquivos.

Em 2007 ela faleceu já aos 92 anos de idade. De lá para cá, sempre é lembrada pelos os que fazem a cultura local. Agora, é preciso que o município a torne imortal e selem o compromisso para que nunca esqueçamos seus feitos, tendo cravada  nas paginas de Baraúna sua dedicação e amor por nossa gente. 
Viva Maria Berros! 
Viva nossa cultura!
 Viva o povo de boa fé!

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