quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

# # # - O GOVERNO DO RN, QUE MAIS TRABALHOU POR BARAÚNA, DONA WILMA MATRIARCA DA FABRICA DE CIMENTO QUE FEZ VIR PARA BARAÚNA QUALQUER OUTRO TERIA DEIXADO EM MOSSORÓ, ELA RESISTIU E MANTEVE EM NOSSO MUNICÍPIO, OBRIGADO DONA WILMA. - # # #

Wilma de Faria em ‘foco’

Pioneira na história da política do Rio Grande do Norte, como destacou o diretor da Revista Foco, Marcus Cesar, a ex-deputada federal, ex-prefeita, ex-governadora e agora vereadora Wilma de Faria foi uma das 15 contempladas com o recebimento do Troféu Mulher Potiguar Destaque 2017, que aconteceu na noite dessa quarta-feira (15) no Auditório da Fecomercio, no Alecrim.
No discurso, em nome de todas, Wilma destacou que as homenageadas são cidadãs com missões sociais fundamentais, e aguerridas nas suas áreas de atuação, com lutas por evoluções econômicas e sociais para Natal, Rio Grande Do Norte e Brasil. “Receber o reconhecimento por um feito ou uma trajetória de vida dedicada à coletividade é, para nós, o reforço do compromisso com a continuidade de nossas contribuições para a sociedade”.

Lula foi o mandante. Tem que ser preso!

Em depoimento à 10.ª Vara Federal na quarta-feira, 15, em Brasília, o senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT-MS) reiterou acusações de sua delação premiada contra o ex-presidente Lula. Delcídio disse ter sido uma ‘sandice’ procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, e pedir pagamentos com o objetivo de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que considerava colaborar com a Operação Lava Jato. A suposta reunião no Instituto Lula teria acontecido em maio de 2015, sem testemunhas.
A partir da ordem de Lula, segundo Delcídio, foi montado um esquema por meio do qual a família de Bumlai pagou R$ 50 mil mensais de ajuda financeira a Cerveró. “Cometi a sandice de tomar essa atitude”, declarou.
O ex-senador também disse que, em meio à crise gerada pela Lava Jato, se reuniu outra vez, em maio de 2015, com o ex-presidente no Instituto Lula, juntamente com os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Renan Calheiros (PMDB-AL). O objetivo seria formar um grupo de senadores para reagir às denúncias frequentes que surgiam na operação. Esse encontro é objeto de um inquérito em curso pelo MPF, que suspeita de que o episódio foi mais uma tentativa de atrapalhar investigações.
Diário do Poder

Chefe de Gabinete questiona os milhões A advogada Tatiana Mendes Cunha, chefe do Gabinete Civil do Governo Robinson (PSD), questionou o quadro de “penúria” no Judiciário potiguar. Ela postou foto do marido, juiz Raimundo Carlyle, portando seis lâmpadas para colocá-las na sua sala de trabalho, e escreveu: “Apesar do Poder Judiciário ter mais de R$ 500 milhões em caixa, falta o básico por lá.” Ixe!

Alô! As tarifas das ligações locais e interurbanas feitas de telefones fixos para móveis ficarão mais baratas, de 16,49% a 19,25%. Já para as ligações interurbanas, a queda será de 7,05% a 12,01%. A partir do dia 25.

Junto com Cunha, STF mantém presa a respiração dos poderosos da República 

Por um placar de 8 a 1, o Supremo Tribunal Federal manteve Eduardo Cunha na cadeia. Ao negar o pedido de liberdade ao ex-presidente da Câmara, a Suprema Corte manteve presa também a respiração de alguns dos mais poderosos políticos da República. O ex-amigos de Cunha tornaram-se prisioneiros do medo.
A liberdade funcionaria para Cunha como um fabuloso antidepressivo. Atrás das grades, o personagem continuará trocando o sono por divagações noturnas sobre o seu futuro penal. A qualquer momento, pode concluir que a delação também funciona como um barbitúrico. Passaria a dormir bem. E seus ex-companheiros é que teriam pesadelos.
Quanto mais longeva for a cana, maior será o risco de Cunha tornar-se um delator. Ele já usufrui das facilidades da hospedaria carcerária de Curitiba há três meses e 26 dias. Na semana passada, ao negar um pedido de habeas corpus formulado pela defesa de Cunha, Sergio Moro enfiou dentro do seu despacho uma recordação curiosa.
Moro recordou que, no curso do processo, Cunha arrolou Michel Temer com sua testemunha de defesa. O juiz da Lava Jato lembrou que teve de vetar algumas das perguntas que o ex-deputado dirigira ao presidente. Eram itens “absolutamente estranhos ao objeto da ação penal”, escreveu Moro. “Tinham por motivo óbvio constranger o Exmo. Sr. Presidente da República e provavelmente buscavam com isso provocar alguma espécie intervenção indevida da parte dele em favor do preso.”
São claros os propósitos das palavras incluídas por Moro no despacho em que manteve Cunha preso. O juiz quis sinalizar que não está alheio aos movimentos da turma do torniquete, que trabalha para “estancar a sangria”. Ao manter a situação inalterada, o Supremo como que desafiou involuntariamente a resistência do preso.
Eduardo Cunha é um outro nome para frieza. Mas o que está em jogo é a sua capacidade de sopesar custos e benefícios, não o seu poder de resistência. O ex-deputado pode concluir que a delação é um bom negócio. E se há algo que seus ex-amigos não ignoram, é que Cunha entende de negócios como poucos. Daí a respiração presa.

O desgaste é maior do que a agenda positiva O presidente Michel Temer quando decidiu blindar o amigo-parceiro Moreira Franco das garras da Lava Jato, com a nomeação para cargo de ministro, sabia do desgaste que o seu governo sofreria com a reprovação popular. De fato, a reação negativa foi imediata. Pesquisa CNT divulgada nesta quarta-feira, 15, revela que a apenas 10,3% dos brasileiros aprovam a sua gestão, contra 44,1% de reprovação. Outros 38,9% acham apenas “regular”. S e o Planalto mediu os riscos ao tentar salvar o “gato angorá” da República de Curitiba, a reação negativa aparece além da conta. Paralela a frieza dos números de opinião pública, os movimentos sociais foram despertados pelo barulho da nomeação de Moreira e prometem ocupar o asfalto das metrópoles brasileiros no dia 26 de março . O ronco das ruas será contra a engrenagem maligna, arquitetada pelo Planalto, que visa desmontar a Lava Jato, e contra o estado permanente de corrupção que arrasa o País. Os grupos Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua, principais organizadores das manifestações que pediram o impeachment de Dilma (PT), mandaram o recado para o Planalto, direto e de simples entendimento: “Nosso mote será: Brasil sem partido, pois não queremos um STF que se dobre às vontades deste ou de qualquer outro governo, agindo com lentidão para salvar os que têm foro privilegiado, utilizando-se dele para escapar da Justiça.” Para tentar reverter o desgaste, Temer preparou uma pauta positiva. Na terça-feira, 14, requentou o discurso da liberação do dinheiro das contas inativas do FGTS, com cerimônia no Palácio do Planalto para anunciar o calendário de saque. A bondade havia sido anunciada em dezembro do ano passado. Nesta quarta-feira, 15, o presidente participou de uma cerimônia de anúncio da liberação de milho dos estoques governamentais, com ligação direta ao sofrido homem do campo. E hoje, Temer participará de mais uma cerimônia, para sancionar a medida provisória que reforma o ensino médio, aprovado pelo Congresso Nacional em 2016. O Planalto ainda aposta para reverter o clima de insatisfação, nas boas notícias da economia nacional, com queda da inflação e a previsão de crescimento do PIB, mesmo em escala tímida. Temer tem repetido em todos eventos públicos, por exemplo, que a inflação de janeiro foi a menor dos últimos 20 anos, tentando fazer acreditar que a vida dos brasileiros começa a melhorar. É o jogo do fato e da versão que, por enquanto, tem dado certo, mas daqui a pouco os brasileiros estarão nas ruas, se o governo cuidar melhor da imagem moral e ética.

Blindar cúpula do Congresso é ato de despudor

O senador Romero Jucá é persistente. Não abandona o seu propósito de estancar a sangria da Lava Jato, que já atingiu um estágio hemorrágico. A penúltima iniciativa do senador espanta pelo grau de despudor. Ele sugere que o Congresso inclua na Constituição uma regra proibindo a abertua de processos contra os presidentes da Câmara do Senado por crimes cometidos antes do início dos seus mandatos. Essa regra já existe para o presidente da República. Mas Jucá quer oferecer o escudo também para os mandachuvas do Congresso.
É preciso lembrar que Romero Jucá não é um personagem qualquer. Ele preside o PMDB, partido de Michel Temer. Caiu do Ministério do Planejamento, mas foi abrigado por Temer na liderança do governo no Congresso. É de longe o mais eficiente articulador do Planalto no Legislativo. É esse personagem que deseja impedir que a Justi’ca alcance malfeitores alojados nas presidências do Senado e da Câmara.
A proposta de Jucá já seria despudorada em condições normais. Num cenário de anormalidade, em que as duas Casas do Legislativo são comandandas por parlamentares delatados na Lava Jato —Eunício Oliveira, o “Índio” da Odebrecht, e Rodrigo Maia, o “Botafogo”—, aí mesmo é que a falta de pudor transborda qualquer noção de limite. Muita gente imaginava que a política era a segunda profissão mais antiga do mundo. Mas certas iniciativas a tornam muito parecida com a primeira.

Base Aliciada!


Prefeitura vai retomar obra da Escola Verde na zona rural de Mossoró

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o vereador Francisco Carlos (PP) visitaram as instalações da Escola Verde, localizada na comunidade rural de Lajedo, região de Alagoinha. Rosalba pediu agilidade nos trabalhos de acabamento da construção, para que esta seja entregue em no máximo 90 dias.
O local está em construção desde maio de 2013, sendo que o prazo de entrega seria de nove meses. O intuito da construção é adaptar os serviços da Escola Municipal Genildo Miranda, que funciona ao lado e trabalha com uma média de 150 alunos, do 6º ao 9º ano.
“Este prédio novo tem capacidade de dobrar o número de alunos, o que seria maravilhoso, pois atendemos as comunidades de Lajedo, Arisco I e II, Alagoinha, Recanto da Esperança, Coqueiro, Bom Destino, Real e Olga Benário”, disse Luciano Ricardo, professor da escola.
Prefeita Rosalba, entre o vereador Francisco Carlos e a secretária Magali Delfino, na Escola Verde em Lajedo – Lagoinha (foto: Carlos Costa)
A Escola Verde está sendo construída em um terreno doado pela comunidade. “Temos uma escola, mas não comporta a demanda de alunos que moram aqui nas proximidades, então eu tinha um terreno bom ao lado e resolvi doar”, destacou o agricultor Antônio José de Medeiros, conhecido na comunidade como Brasão.
Rosalba Ciarlini conferiu com a secretária de Educação, Magali Delfino, questões como transporte escolar, realização de atividades extracurriculares em parceria com a Secretaria de Agricultura e o que ainda é necessário para fazer a diferença na educação dos jovens da comunidade.
“Fui informada que a obra estava parada desde o ano passado e nós precisamos concluir esta escola o mais rápido possível, dentro de no máximo 90 dias eu quero entregá-la a comunidade”, disse Rosalba. “Vai ser a primeira escola da zona rural em regime integral de aulas, que vai trabalhar os temas de sustentabilidade, para que os alunos não só conheçam as técnicas, mas também aprendem a valorizar o meio ambiente, a convivência e o desenvolvimento sem prejudicar a natureza.”

Na Era petista, a Casa Civil da Presidência da República foi ocupada por seis personagens. Dois estão presos em Curitiba (Dirceu e Palocci), uma foi fisgada na Operação Zelotes (Erenice), dois encrencaram-se nas franjas da Lava Jato (Mercadnate e Gleisi) e uma outra foi vendida ao eleitorado como gerente impecável e terminou sua carreira moída pelo impeachment (Dilma). O histórico recomenda comedimento. Mas Eliseu Padilha pisa nas evidências distraído.
É preciso reconhecer que o todo-poderoso da Casa Civil de Michel Temer tem razão. Se aquela gravação em que ele foi pilhado explicando como o Ministério da Saúde saiu das mãos de um médico insigne para cair no colo de um deputado insignificante significa alguma coisa, é o triunfo a rendição do governo Temer à mesmice que sempre foi tratada como algo “absolutamente normal”. Vale a pena desperdiçar um pedaço de tempo ouvindo Padilha:
“Todos os governos que fazem composição com vários partidos colocam a participação de outros partidos no governo. Foi o que nós fizemos. O PMDB sozinho não iria governar. Aliás, a história política brasileira depois da reabertura democrática, tem mostrado que o presidencialismo é de coalizão. Vários partidos sempre vão apoiar o governo. E com isso eles têm participação no governo, o que é mais do que normal, absolutamente normal.”
Do jeito como as coisas sucedem, sob absoluta normalidade, o país vive um período de hedionda expectativa: qual será o primeiro escândalo da Era Temer? No assanhamento que toma conta dos partidos, no desassombro com que Padilha opera o balcão, no entrechoque do patrimonialismo com o interesse público, está sendo gerado o primeiro escândalo. Não se sabe onde ele explodirá. Por enquanto, é apenas um descalabro esperando para ganhar as manchetes, um fantasma precoce de uma operação que a Polícia Federal batizará com um nome criativo.
Não se sabe o nome e o partido do futuro réu. Mas o escândalo que o projetará toma forma, vem vindo. Depois, Padilha e Temer dirão que não sabiam de nada. E lamentarão os malfeitos. Farão a promessa de que o governo cortará na própria carne. Talvez digam que não ficará pedra sobre pedra. Mas realçarão que o aliado merece o benefício da dúvida. Que diabo, ele ainda não foi denunciado. O Supremo Tribunal Federal não o converteu em réu. Não há uma sentença! Por que afastá-lo?
No episódio que Padilha considerou “absolutamente normal”, o Planalto fritou o respeitado cirurgião Raul Cutait para entregar a pasta da Saúde ao deputado-engenheiro Ricardo Barros, do PP, partido campeão no ranking dos enrolados na Lava Jato. Mal comparando, José Dirceu fez coisa parecida quando passou pela cadeira hoje ocupada por Padilha. Ao lotear o Ministério de Minas e Energia, Dirceu determinou à então titular da pasta, Dilma Rousseff, que acomodasse o engenheiro Silas Rondeau na presidência da Eletronorte.
Formado na escolha de graduação de José Sarney, Rondeau (pronuncia-se Rondô) seria guindado pouco depois ao posto de presidente da Eletrobras. Para promovê-lo, o Planalto orientou Dilma a levar à frigideira o engenheiro nuclear Luis Pinguelli Rosa. Súbito, o mensalão derrubou Dirceu. Dilma foi alçada por Lula à Casa Civil. E Rondeau a substituiu na pasta de Minas e Energia..
Em maio de 2007, um auxiliar de Rondeau foi preso por agentes federais numa operação chamada Navalha. Acusado pela PF de receber de uma empreiteira um envelope com R$ 100 mil, Rondeau viu-se compelido a deixar o ministério. A Procuradoria o denunciou por corrupção passiva. Depois, sumiu pelo caminho, soterrado por escândalos maiores, como o mensalão.
Hoje, há outros rondeaus rondando as páginas policiais. Cedo ou tarde darão o ar da graça. E muitos lamentarão não ter percebido que Eliseu Padilha, esse notável operador de normalidades, não era propriamente um bom exemplo, mas um extraordinário aviso.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

# # # - CONVITE. - # # #


# # # - O GRUPO ARAUTOS DO EVANGELHO VEM CONVIDAR A TODOS, E QUE  ESTARÁ CELEBRANDO NESTA SEXTA FEIRA NA RESIDÊNCIA DE ANA, NA RUA SÃO JOÃO,  ( A RUA DA CAIXA D'ÁGUA). AS 19: HORAS CONTAMOS COM SUA VALIOSA PRESENÇA VENHAM REFLETIR CONOSCO A SANTA PALAVRA DE DEUS. - # # #

Odebrecht levará Lava Jato a outros partidos e Estados, diz Dallagnol

Em entrevista ao UOL, Deltan Dallagnol diz que "filhotes" da Lava Jato devem se espalhar por diversos Estados
A prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) e as investigações sobre o empresário Eike Batista são os primeiros efeitos de um novo período da Lava Jato. A avaliação é do coordenador da força-tarefa da operação, o procurador federal Deltan Dallagnol. Em entrevista ao UOL, ele afirmou que acordos de delação premiada da Odebrecht devem revelar casos de corrupção em vários Estados do país ligados a políticos de diversos partidos. "É natural que aconteça um desdobramento da Lava Jato com 'filhotes' da operação por todo o país", disse o procurador. 

# # # - POLÍTICA TUPINIQUIM. - # # #

          # # # - TÚNEL DO TEMPO. - # # #
 # # # - FICA UMA PERGUNTA? PORQUE O POVO REPETE UM GOVERNO DESTA FORMA SEM RESPEITO AO POVO, E NÃO ELEGE QUEM DENUNCIOU ESSAS BARBARIDADES ISSO NÃO É SÓ INCOMPETÊNCIA, É TAMBÉM INGRATIDÃO. - # # #
 # # # - COMO  NO PASSADO, JÁ SE ENCONTRAM VÁRIOS MONTES DE LIXO E ENTULHO NAS RUAS DA NOSSA CIDADE ESTÁ AOS POUCO CHEGANDO A ESTÁ MESMA CONDIÇÃO NOSSA CIDADE, SERÁ QUE VAMOS REPETIR TAMBÉM OS MESMOS DESCASOS, PELO VISTO É UMA QUESTÃO DE TEMPO, PROMETI QUE NÃO DIRIA NADA PARA RESPEITAR A VONTADE DO POVO QUE ELEGEU ESSE GOVERNO REPRESENTADO POR SUCESSORES QUE TAMBÉM NÃO TEM CORRESPONDIDO É A MESMA FILOSOFIA ADMINISTRATIVA, OU SEJA FARINHA DO MESMO SACO. - # # # 
 # # # - ATENÇÃO SENHORES VEREADORES OUTRA VEZ QUERO CHAMAR  SUA ATENÇÕES NO QUE DIZ RESPEITO AO RECESSO PARLAMENTAR NÃO É UMA FERIA QUE SE TEM POR DIREITO DE TEMPO DE SERVIÇO VOCÊ NEM SE QUER TRABALHARAM UM MINUTO E JÁ FORAM AGRACIADOS COM UM SALÁRIO REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO, JÁ FAZ 15 DIAS DE FEVEREIRO E NÃO MOVERAM UMA PALHA A NÃO SER PARA SEUS CELEIROS, DEVIA TER HOJE A LEITURA ANUAL E PELO VISTO O IMPERADOR MUNICIPAL NÃO FEZ ALARDE OU CONVIDOU A POPULAÇÃO PARA OUVIR A MESMICE DE ANOS ANTERIORES ONDE O EXECUTIVO DIZ O QUE QUER, VERDADE OU NÃO, DIZ O QUE QUER, UMA VERDADEIRA PROPAGANDA ENGANOSA, MAIS O POVO GOSTA MESMO É DE QUEM O HUMILHA E OS TRATA COMO CÃES. - # # # 

# # # - OS ENSAIOS DE DEPOSITAR LIXO NOS MESMOS LUGARES JÁ TEM INDICADORES, VAMOS REZA PARA NÃO REPETIR A MISÉRIA DO PASSADO. - # # #

Descaso do passado castiga no presente Passou um tsunami na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do São Manoel, deixando um cenário de destruição. Goteiras, portas quebradas, falta de lençóis, aparelhos de ar condicionado sem funcionar, paredes rachadas, cadeiras quebradas. O caos. Retrato do desmantelo da gestão passada, que precisa urgentemente ser reparado pela atual gestão. O povo sofre.

Saque Os saques das contas inativas do FGTS começam em março para os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Segue até julho para os demais. Mais de 30 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro.

Por que políticos querem o fim do sigilo sobre delações?

  • Fachada da sede da Odebrecht em São Paulo
Diante da expectativa da revelação das delações de 77 funcionários e ex-funcionários da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentou este mês um projeto de lei que, se aprovado, acabará com o sigilo sobre delações homologadas pela Justiça. A ideia já vinha sendo apoiada por políticos de diversos partidos e deve ter boa recepção tanto no governo como na oposição.
Para cientistas políticos e juristas ouvidos pelo UOL, a medida sugerida por Jucá pode ajudar a conter os chamados vazamentos "seletivos".
Brasil sem partido
A faixa verde e amarela que ganhou dimensão no “Fora Dilma”, exibida pelos movimentos sociais no asfalto quente das metrópoles brasileiras, voltará às ruas no finalzinho de março para avisar ao presidente Temer e o seu PMDB que o povo não vai tolerar os insultos contra a moralidade e contra o País.
Será no dia 26 de março que a faixa voltará a exibir o aviso: “Lugar de corrupto é na cadeia. Seja ele do PT, PSDB ou da PQP.”
Os movimentos sociais prometem fazer barulho, atiçados pela engenharia maligna de bastidores, bancada pelo Planalto, com o único propósito de barrar a Lava Jato.  Em comunicado conjunto, os movimentos de rua anteciparam o recado:
“Nosso mote será: Brasil sem partido, pois não queremos um STF que se dobre às vontades deste ou de qualquer outro governo, agindo com lentidão para salvar os que têm foro privilegiado, utilizando-se dele para escapar da Justiça.”
Mais direto impossível. Se o presidente Michel Temer e o seu lambuzado PMDB não entenderam, é melhor que façam a tradução em atitudes.
Por exemplo: que tal limpar do ministério Moreira Franco, o “Gato Angorá” da Lava Jato, que foi alçado à condição de ministro para ganhar foro privilegiado.
Se o Planalto acha que o povo engoliu a indicação de Alexandre Moraes para a vaga de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF), está enganado.
Acreditar que a nação está passiva à escolha de Edison Lobão para a CCJ do Senado, que sabatinará Moraes, está ainda mais enganado.
Os brasileiros sabem que os cardeais do PMDB como José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá viraram réu por decisão do ministro do STF Edson Fachin, e que eles são sócios do Palácio de toda ordem. Por consequência, o lamaçal da Lava Jato continua subindo a rampa, assim como na época do governo do PT.
Portanto, prepara-se: dia 26 de março, último domingo do mês, o ronco da rua vai expor a indignação do povo brasileiro e mostrará que o “Fora Dilma” do passado não era um movimento político-partidário, e que daqui a pouco fará ecoar o “Fora Temer”.
Postado às 10h35 Gerais Nenhum comentário Enviar por e-mail
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, garantiu que o governo federal irá possibilitar a venda de milho pela CONAB aos pequenos e médios produtores rurais.
A aquisição na Companhia Nacional de Abastecimento estava limitada ao agricultor familiar e não incluía os produtores, agora beneficiados.
O pleito foi apresentado pelo presidente nacional do DemocSegundo Agripino, no momento em que a estiagem é a palavra de ordem no Nordeste, e não há ração para o gado, essa possibilidade é a salvação para a pecuária de muitos produtores.
“Desde a semana passada, depois de me reunir com produtores do RN, estou articulando e pedindo ao governo federal essa possibilidade. Intensifiquei conversas com o ministro da Agricultura e o presidente da CONAB para conseguir esse resultado”, disse Agripino. “Essa foi uma luta a qual me empenhei e agora estou satisfeito com o desfecho”, complementou.
Para o presidente da Federação da Agricultura e Pesca do Rio Grande do Norte, José Vieira, o momento exige viabilizar a economia rural e não complicar a vida dos agricultores.
“Diante das dificuldades enfrentadas pelo agricultor no Rio Grande do Norte, já tão sofrido, essa medida é de suma importância. Não se pode restringir o acesso ao milho. É preciso facilitar a vida do agricultor, viabilizar a economia rural e não acabar com ela”, conclui Vieira.

ratas, senador José Agripino Maia (RN).
Postado às 10h52 Trabalhador Nenhum comentário Enviar por e-mail
Desempregados da Porcellanati fizeram protesto na manhã desta quarta-feira (15) em frente à Justiça do Trabalho no bairro Costa e Silva (zona leste de Mossoró).
Eles pedem o simples direito de receber os seus direitos. Para isso, dependem único e exclusivamente que a Justiça decide sobre as ações trabalhistas.
Desempregados da cerâmica Porcellanati se concentraram em frente à Justiça do Trabalho em Mossoró (foto: cedida)
A cerâmica catarinense, instalada no Distrito Industrial de Mossoró, encerrou as atividades em 2014 alegando uma série de dificuldades financeiras. Deixou para trás uma estrutura grandiosa e enorme dívida trabalhista.
Mais de 200 trabalhadores ficaram desempregados e não receberam os seus direitos.
Em frente à Justiça do Trabalho, com faixa, eles pedem “um segundo” de atenção dos magistrados e o direito sagrado pelas leis de receberam as suas contas.

Governo do RN conclui folha de janeiro na próxima sexta-feira, 17 Postado às 11h56 •Servidor público •Nenhum comentário •Enviar por e-mail O Governo do RN conclui a folha de janeiro nesta sexta-feira (17), quando deposita o complemento salarial dos servidores ativos, inativos e pensionistas que recebem acima de R$ 4 mil. O grupo desta faixa salarial já havia recebido,no dia 11, uma parcela de R$ 4 mil. A soma dos valores pagos nesta sexta-feira chega a R$ 64 milhões.

Veto de governador é derrubado e projeto de Márcia passa na AL

Os deputados derrubaram o veto do governador Robinson Faria (PSD) ao projeto que reserva 5% das vagas de emprego em empresas terceirizadas do Governo do Estado do RN para mulheres vítimas de violência doméstica.
O projeto é de autoria da deputada oposicionista Márcia Maia (PSDB).
A votação aconteceu nesta quarta-feira (15) no plenário do Legislativo Estadual durante sessão extraordinária na Assembleia Legislativa do RN.
A partir da derrubada do veto, o projeto de lei aguarda a promulgação pelo Legislativo para então tornar obrigatória a garantia do cumprimento do percentual reservado.
Para árcia a dependência econômica provoca a falta de denúncia da maioria dos casos ocorridos no Estado. “Se dermos empoderamento a essas mulheres, se elas tiverem capacidade de andar com suas próprias pernas, elas terão a possibilidade de deixar a condição de vítima, denunciar e se libertarem desse ciclo de violência”, afirmou.
Lei Maria da Penha
Na mesma sessão foi derrubado o veto governamental ao projeto de lei também da deputada Márcia que cria a obrigatoriedade ao Governo de disponibilizar nos principais espaços públicos uma cópia da Lei Maria da Penha para consulta pela população.
“Vivemos em uma sociedade machista e preconceituosa, por isso, a sociedade e os poderes constituídos devem se unir para colocar fim a esse ciclo alimentado todos os dias em pequenos gestos do cotidiano e no combate à violência contra as mulheres. Nós, mulheres, queremos respeito e paz na sociedade e levar a lei ao conhecimento de todos, sem dúvida, é um passo importante”, concluiu a parlamentar.



Pontaria!


Moraes ganhou cabos eleitorais tóxicos na CCJ

O melhor amigo de um indicado para vaga no Supremo Tribunal Federal é o desconhecido. A esse o candidato à toga pode amar. Por esse pode ser amado. Deu-se algo diferente com Alexandre de Moraes. Por mal dos pecados, o tucano que Michel Temer escolheu para substituir Teori Zavascki ganhou dois amigos conhecidos, muito conhecidos, conhecidíssimos.
Os multi-investigados Romero Jucá e Renan Calheiros, ambos enrolados na Lava Jato, pegaram em lanças na Comissão de Constituição e Justiça para apressar a aprovação do nome de Moraes. Até senadores governistas criticaram a tentativa da dupla de impor ao processo um ritmo de toque de caixa. E a sabatina de Moraes foi marcada para a próxima terça-feira (21).
Renan, que no ano passado tentara levar a cabeça de Moraes à bandeja, chegou a argumentar que o ex-desafeto já havia sido sabatinado no Senado em 2015, quando foi guindado a uma poltrona de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça. “Estamos vendo aqui uma cantilena, uma repetição enfadonha de argumentos”, ralhou o senador, líder do PMDB.
Jucá soou ainda mais inusitado ao justificar a pressa. Atribuiu a sofreguidão à conveniência de completar urgentemente a composição do plenário do Supremo, para não prejudicar as investigações da Lava Jato. Esqueceu por um instante da pregação do Planalto segundo a qual o novo ministro não vai interferir nos rumos da Lava Jato.
Não há dúvida de que o nome de Alexandre de Moraes será aprovado pelo Senado. A maioria governista é acachapante. Assim, a solução para o neo-magistrado talvez seja colocar um deserto entre ele e e seus novíssimos amigos de infância. Não voltar a vê-los pode ser uma grande ideia. Não ouvi-los jamais seria uma providência de enorme serventia.

Temer tenta dissociar Carlos Velloso de Aécio 

No melhor estilo Donald Trump, Michel Temer plugou-se à internet nesta quarta-feira para mandar recados por meio do Twitter. Agiu com dois propósitos. Quer dissociar a articulação para a escolha do futuro ministro da Justiça do PSDB de Aécio Neves. Quer também pacificar o PMDB, que ambicionava a pasta.



“Estive com Carlos Velloso ontem”, anotou Temer, ecoando o noticiário sobre a sondagem que fez ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal. “Conversamos privadamente por mais de 1h”, acrescentou, para afastar os rumores de que Aécio levou Velloso ao Planalto e teria testemunhado a reunião. “Meu amigo há mais de 35 anos. Marcamos esse encontro diretamente”, enfatizou Temer, como que decidido a enfatizar a ausência de intermediários.
“Continuaremos a conversar nos próximos dias”, escreveu o presidente numa segunda notaa. “A escolha do novo ministro da Justiça será minha, pessoal, sem conotações partidárias”, arrematou, dirigindo-se dessa vez ao PMDB da Câmara. Os correligionários do partido de Temer haviam indicado para o ministério o deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). E estão enciumados com as notícias de que Velloso, o novo preferido de Temer para a Justiça, é apadrinhado pelo PSDB.

O mais curioso é que, preocupado em enviar mensagens cifradas para os seus apoiadores, Temer absteve-se de mencionar o mais importante: durante a sondagem, Carlos Vellosso, a essa altura um potencial superior hierárquico da Polícia Federal, informou que considera a Operação Lava “intocável”.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

# # # - GRUPO ARAUTOS DO EVANGELHO ESTARÁ CELEBRANDO HOJE NA RUA INÁCIO REINAL, A RUA DA CADEIA, AS 19: HORAS CONTAMOS COM SUA PRESENÇA VAMOS REFLETIR O SANTO EVANGELHO QUE REALMENTE NOS LEVA A SALVAÇÃO EM CRISTO JESUS. - # # #


# # # - OLHA A DENGUE AI GENTE. - # # # CUIDADO COM PROPAGANDA ENGANOSA. - # # #


# # # - POLÍTICA TUPININQUIM. - # # #


As coisas são assim mesmo? até agora ninguém fala em dengue, mas quando o hospital está lotado sem terem as condições certamente vão botar culpa no povo que não limpam seus quintais e não fazem a sua parte, para os governantes de hoje o povo tem que fazer o que devia ele fazer para isso os governos arrecadam mais de 40% de impostos sobre o que nós construímos com o nosso trabalho, (o pibe) produto interno bruto tudo que é produzido no país, os nossos governantes são irresponsáveis não fazem nada em favor do povo, só alega que o estado quebrou, isso é a chamada corrupção que corroê o estado e cobram do povo as vezes que precisam, devia ser assim, se o governo não tem condições de dá solução faze-se outra eleição? hora se eles só falam que o estado no geral, união, e município, não podem, o povo também não pode pagar seus impostos e verem sumir sem que tenhamos resultado algum em benefício do povo. (ATENÇÃO), Senhores vereadores mesmo fazendo parte da base do governo você não deixa de ter responsabilidades com o povo, não. o vereador só não trabalha dentro das quatro paredes da câmara não, tem que buscar em todos os órgãos dos governos, e deixem de ficar calados a qualquer ordem do prefeito, ser parte da base não deve significar que vocês tem rabo preso não, reajam em favor de quem vocês apesar realmente tem compromisso, não vão nesta onda que estando fazendo a vontade do prefeito e não do povo, a coisa fica feia na reeleição, Baraúna deu uma como diz o matuto uma foiçada no tronco quase não volta ninguém, mas infelizmente vão passar quatro anos na peia de novo. (ATENÇÃO PREFEITA TÁ NA HORA DE TOMAR AS PROVIDÊNCIAS, os ex nunca se preocuparam com ninguém só com o projeto deles, esses dão sempre certos e sem crise, a tal crise fica para os pobres que continuam pagando o pato, chega de propaganda enganosa o povo não pode pagar por erros de quem nunca fez nada para cumprir com seus compromissos assumidos na praça pública na hora de enganar o povo com as costumeiras mentira facciosas que só trazem mal para o povo. ( ATENÇÃO ), chegou o inverno, corte de terra para os pobres que viveram cincos anos de seca e sementes eles não tem mais nem enxada para cultivar o solo (terra sedenta).

Presidente Ezequiel reúne representantes partidários

O presidente da Assembleia Legislativa deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) reuniu na manhã desta terça-feira (14) os líderes de bancadas e de blocos parlamentares para indicarem as suas lideranças no Colegiado de Líderes, para o exercício legislativo de 2017. A escolha dos líderes abre o caminho para a formalização das Comissões Temáticas da Casa.
“Essa reunião significa o início dos trabalhos. legislativos em sua plenitude. Agora temos condições de organizar as Comissões permanentes ou temáticas, em número de oito. Os líderes partidários e dos blocos parlamentares vão indicar os seus representantes nessas Comissões que têm um papel muito importante na tramitação das matérias legislativas”, afirmou Ezequiel Ferreira ao final da reunião.

Fórum de discussão sobre estratégias e recuperação da caatinga no Seridó

O “Fórum Permanente de Discussão Sobre Estratégias de Recuperação do Bioma Caatinga da Região Seridó Potiguar” aconteceu na manhã desta terça-feira (14) no auditório do IFRN/Currais Novos com debates sobre ações e planejamento de estratégias para a recuperação da caatinga na região, assim como do trabalho pelo desenvolvimento da agricultura familiar.
O encontro contou com a presença do Prefeito Odon Jr, do vice-prefeito Anderson Alves, das secretárias municipais Fátima Barros (Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento), Ana Albuquerque (Turismo e Desenvolvimento Econômico), e dos coordenadores Diana Moreira (Recursos Hídricos) e Nilton Oliveira (SEMAAB).

Procon da Assembleia vai interiorizar ações com unidade móvel O Procon da Assembleia irá ampliar suas ações levando aos cidadãos nas comunidades informações sobre consumo consciente e direito. Para viabilizar o projeto o órgão disporá de uma unidade móvel, que já foi adquirida e está sendo preparada para a nova empreitada. “Essa foi uma meta estabelecida para ampliarmos esse serviço que é uma das principais referências da Assembleia Legislativa hoje”, explica o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB). (Continuar lendo…)

# # # - ISSO TUDO FOI GASTO EM BENEFÍCIO DO POVÃO, TEM GENTE QUE CHEGA AO CÚMULO ACREDITAR QUE O POVO ENGOLE ESSA BABOSEIRA É QUE NÃO TEM OUTRA SAÍDA, NÓS TEMOS QUE PAGAR O PATO SÓ QUE SEM RECLAMAR. E ISSO NÃO SÓ PRIVILÉGIO DE ASU NÃO - # # #Prefeitura: R$ 100 mil em diárias Segundo dados extraídos do portal da transparência do município do Assu, o Ex-prefeito Ivan Lopes Júnior recebeu o equivalente a mais de 541 diárias no exercício de seus dois mandatos. Levando em consideração os dias úteis devidos ao expediente da instituição pública (Prefeitura do Assu), no período analisado, que é de 1012 dias de “EXPEDIENTE”, o prefeito teria passado 53,4% deste tempo, ou seja, mais da metade do tempo como prefeito em gozo de diárias, conforme pode ser visualizado na planilha em anexo (abaixo). De acordo com os números, o prefeito andarilho recebeu em seu primeiro mandato a quantia de R$ 43.460,00, e no segundo, o valor foi ainda foi maior, tendo chegado a R$ 54.055,00, totalizando uma despesa aos cofres públicos do município, de quase R$ 100.000,00 (Cem mil reais) em diárias funcionais. diarias Comente! robsonpiresxerife@hotmail.com FacebookTwitterGoogle+WhatsApp

Agências da Caixa abrirão aos sábados por FGTS


       A Caixa anunciou nesta terça-feira que 1.891 das suas agências ficarão abertas aos sábados, para atender os trabalhadores que queiram fazer saques das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O novo horário de atendimento será das 9h às 15h, e passa a valer a partir do dia 18 de fevereiro, nesta data, apenas para tirar dúvidas.
                                                                                  
Para os pagamentos, as agências ficarão abertas em alguns sábados a partir do dia 11 de março.

Censura judicial aguça curiosidade sobre ‘lama"


Curioso que o Planalto faça tanta questão de impedir, por meio de censura judicial, a veiculação da notícia sobre a chantagem sofrida pela primeira-dama Marcela Temer. O assunto talvez murchasse naturalmente se a assessoria jurídica da Casa Civil não tivesse o cuidado de chamar tanta atenção.
Sabia-se que um hacker invadira os dados armazenados no arquivo remoto associado ao celular da mulher do presidente. Informara-se que o sujeito exigira dinheiro para não divulgar fotos íntimas de Marcela e de seus familiares. Súbito, levantou-se o sigilo do processo.
Folheando os autos, que agora são públicos, a Folha descobriu que havia mais. O chantagista, já preso e sentenciado a 5 anos e 10 meses de cana, cobrava R$ 300 mil para não divulgar o áudio de uma conversa de Marcela com o irmão. O conteúdo “joga o nome do vosso marido na lama”, escreveu o bandido em mensagem endereçada a Marcela.
Diálogo contido no pedaço público do processo revela que a primeria-dama reagiu com destemor, rechaçando a chantagem. Mas não há nos documentos que vieram à luz vestígio do conteúdo da conversa de Marcela com seu irmão. Sabe-se apenas que falaram sobre um marqueteiro de Temer, agora empregado como seu assessor.
O Planalto sustenta que a expressão “jogar na lama” está fora de contexto. Não esclarece, contudo, qual seria o contexto apropriado. Preferiu a censura. Não se deu conta de que ela é a mãe de toda curiosidade humana. Michel Temer diz que não houve censura. A Folha recorreu da decisão judicial.

Temer e PMDB ouvirão de novo o ronco da rua

O período pré-carnavalesco não fez bem a Michel Temer. Seu governo entoa um samba com dois puxadores: Henrique Meirelles e a caciquia do PMDB. O enredo ficou confuso. A ala da economia não orna com a da política. O carro alegórico das reformas não combina com uma comissão de frente que desfila fantasias parecidas com aquelas que levaram Dilma e o PT ao rebaixamento.
As contradições reacenderam o ceticismo da plateia. Que começa a programar seu próprio desfile. Nesta segunda-feira (13), os movimentos que organizavam atos pró-impeachment se juntaram para preparar nova manifestação. Será no último domingo de março, dia 26. A pauta prestigia o samba de Meirelles, defendendo as reformas previdenciária e trabalhista. E rosna para o baticum do PMDB, em eterna conspiração contra a Lava Jato.
Ainda não se viu nenhum líder de movimento de rua enrolado na bandeira do ‘Fora, Temer.” Mas convém não cutucar a rua com o pé. Em comunicado conjunto, os movimerntos anotaram: “Nosso mote será: Brasil sem partido, pois não queremos um STF que se dobre às vontades deste ou de qualquer outro governo, agindo com lentidão para salvar os que têm foro privilegiado, utilizando-se dele para escapar da Justiça.”
Também nesta segunda-feira, o ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, divulgou despacho que fez acender uma luz amarela no painel de (des)controle do Planalto. Relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma –Temer, Benjamin indeferiu pedido da defesa da ex-presidente petista para que fossem realizadas novas diligências. Sustentou que esse tipo de providência pode estender o processo “ao infinito, sem possibilidades concretas de conclusão.”
Lendo-se a justificativa de Benjamin de trás para a frente, fica claro que o ministro quer encerrar a encrenca, submetendo seu voto à consideração do plenário do Supremo. Os autos estão fornidos. Realizaram-se perícias no papelório de gráficas que simularam prestação de serviço à campanha de Dilma, quebraram-se sigilos bancários e fiscais, ouviram-se 42 testemunhas.
Se quiser, o relator Herman Benjamin pode votar a favor da lâmina, contra a permanência de Temer no Planalto. Não lhe faltam independência nem matéria-prima. Suponha que um voto aziago de Benjamin venha à luz até o final de março. Dependendo de como Temer e seus correligionários do PMDB se comportarem até lá, as ruas, que já pararam de abanar o rabo para o govenro, podem acabar mordendo.