
O clima aparentemente ameno e cordial, que se via nas primeiras sessões, na casa do povo foi pra o espaço. Na última sessão do dia 12/09/2013 o nível baixou por parte de alguns que desceram de seus saltos e maquiagens e mostraram suas verdadeiras faces. A arrogância, prepotência, truculência, o autoritarismo e a inoperância com as relações humanas foram ao extremo naquela noite. Os poderosos não entenderam ainda que a casa do povo hoje tem realmente cheiro e cara de povo. Passou o tempo do manda quem pode e obedece quem tem juízo, do triste o poder que não manda, assim como também passou o tempo do absolutismo, do rei sol, do EU SOU O ESTADO. Está faltando alguém avisar a estes senhores feudais que o tempo da opressão acabou. Senhores leitores chegamos ao ponto de um vereador sair do plenário e ficar aos berros com funcionarios da secretaria da casa sendo necessário a movimentação do presidente deixar o plenário para acalmar a grande vereadora. Depois dos chiliques a sessão continuou normalmente, porem ainda com muita desorganizaçao, tulmuto e autoritarismo por parte daqueles que se acham os donos do jogo. Pela primeira vez no meu mandato eu tive vergonha de ser vereador, como representantes do povo agem assim e se dizem o melhor que Baraúna tem para representa-la, pobre Baraúna com representantes desiquilibrados, feroses e vorases em passar por cima de tudo e de todos, pessoas que foram as suas casa com um sorriso no rosto hoje mostram as garas. Hoje eu entendo por que ha tanta compra de votos e corrupção na politica, por que os politicos agem assim e todos levam fama, Porem meu povo visitem casa do povo e vejam quem age de acordo com os interesses da população e quem age para defender prefeito. Pra concluir pediria ao senhor presidente que conduza as sessões com amis rigor, é público e notório que cabe ao presidente manter a ordem e a decência naquela casa, mesmo que pra isto tenha que pedir a qualquer dos edis para conter-se, para calar-se ou para se retirar do plenário, isto é regimental e tem que ser cumprido por obrigação e força de lei. dessa forma senhor presidente faça cumprir o regimento, mesmo que para isto tenha que cortar na própria carne, mas faça o que manda a lei.
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